Pororoca em

Genebra/ ONU

Dez 2017

Lorena Iriate vai a Genebra para falar do movimento Pororoca que aconteceu em Novembro e Dezembro por todo Brasil. Esse video mostra Opará, Rio São Francisco e a luta dos Kariri Xocós pela proteção das águas.

Informe sobre el

apoyo a Harmony

with Nature/ONU

2017

 

Julho/2017 El movimiento Nación Pachamama tiene  8 centros activos repartidos en Argentina y Brasil. Estos nucleos de actuación han creado encuentros culturales semanales en diferentes tipos de espacios, para charlar sobre la urgencia global, meditar, hacer música y compartir arte. En estos últimos 6 meses, hubo 192 encuentros de este tipo, con mas de 700 participantes. Además de esto, los activistas de Nación Pachamama dimos 60 conferencias relacionadas directa e indirectamente al Derecho de la Madre Tierra. En esas ciudades y otras por donde viajamos, dimos 15 cursos y talleres relacionados con la difusión del cuidado y vínculo armónico con la Madre Tierra. Publicamos un periódico virtual, y organizamos fiestas y eventos culturales. También producimos dos programas semanales de radios en Brasil y Argentina. En estos 48 programas  hemos entrevistado investigadores, juristas y activistas sobre temas relacionados al medio ambiente, cosmovisión no-antropocéntrica y la cultura de la vida y del buen vivir. Sumado a esto,  contamos con  la interacción en las 7 comunidades campesinas del movimiento, recibiendo personas de todo el mundo interesadas en otro modelo de vida. El último marzo realizamos  la Práctica  de los 21 días, que través de poesía y textos conscientes, invitamos a la reflexión y sensibilización con Pachamama.  En esa práctica, que ocurre dos veces al año, participan personas de varias partes del mundo en un intento de cambiar la conciencia, salir del antropocentrismo y de la insenbilidad, promoviendo cambios en pos del colectivo. Hubo 3 viajes de aproximación Latinoamérica-África, donde seguimos con la alianza desde hace algunos años con Senegal y Cabo Verde. Ese año visitamos por primera vez  Tanzania, donde integrantes del movimiento, además del intercambio cultural y afectivo, compartieron los conceptos de Conciencia Pachamama, o sea, de que estamos en una red interconectada y la tierra es nuestra casa común que necesitamos cuidar. Con este mismo motivo, también estuvimos en Perú, en India y Nepal. En junio organizamos el VI Festival de la Nación Pachamama en el Memorial de Pueblos Indigenas de Brasilia, la capital de Brasil.  Cerca de 350 personas de diferentes partes del país y del mundo participaron de diversas actividades relacionadas a la temática del cuidado y sensibilización por la Madre Tierra. Además de los encuentros presenciales y de la radio, el movimento actua en las redes sociales Instagram y Facebook, influenciando miles de personas. Creamos también un medio de comunicacion independiente , aRca,  que difunde actualidad sobre la lucha por el medio ambiente, la igualdad social y los derechos de la vida.

Veja como

foi a fala

da Nación

Pachamama

na ONU

              Violeta Molina expôs o painel: 

"Rights of mother earth and harmony

with nature as a pre-condition 

of sustainable development"

 

 

Violeta e Lorena, hoje, 21 de abril de 2017, estiveram nas Nações Unidas, sede de Nova Iorque, na celebração do dia Internacional da Mãe Terra falando sobre a Consciência Pachamama.

 

A mama (Violeta) e a guia (Lorena) da Nación Pachamama contaram às lideranças mundiais ali presentes sobre a Nación Queros, um povo que vive em altas montanhas no coração dos Andes em uma relação de profundo amor por Pachamama.

 

Relataram a experiência com este povo, e o aprendizado na prática do que é isso que chamamos Harmonia com a Natureza. 

 

Violeta em sua fala contou sobre o desafio atual de reconciliar a sabedoria ancestral com a perspectiva do desenvolvimento, e que Nación Pachamama traz uma resposta a essa aparente contradição, junto à proposta de declaração dos Direitos da Mãe Terra, seguindo os exemplos das constituições do Equador e da Bolívia.

 

Propôs às nações que se abram a essa nova compreensão jurídica de que a Mãe Terra é um Ser de direitos, saindo de uma visão antropocêntrica do mundo, voltando a uma visão centrada na Terra.

 

Mostrou indícios que vivemos em desarmonia com a natureza: há pobreza e injustiças sociais.

 

Contou sobre ações desenvolvidas em universidades e em movimentos sociais brasileiros e sobre a experiência das Comunidades Campesinas da Nación Pachamama como um convite a voltar para a terra e à vida grupal. Também citou os trabalhos da ONG Pachamama na India, Peru e Senegal, apontando que pequenos grupos, com poucas pessoas mas com um forte propósito, são capazes de fazer grandes transformações por Pachamama.

 

Lembrou que a humanidade está em uma encruzilhada, como a que estivemos no momento em que houve a criação dos Direitos Humanos. E agora está em nossas mãos não pensar apenas em nós e passar a pensar em toda a vida, sem separação… seja ESPIRITUAL ou MATERIAL, TUDO É VIDA! disse.

 

 

"Ainda temos tempo, mas o tempo corre…”

 

 

Terminou fazendo um apelo, para que todos sentissem em seu coração… que todos viemos de uma Mãe. Lembrou que pensar sem sentir não nos leva a compreender o que é a Harmonia com a Natureza e que precisamos, como os Queros, voltar a sentir a Terra com amor. 

 

Finalmente, convidou a todos a experimentar Pachamama, por os pés na terra, entrar em um rio…. e a manifestar-se nas redes sociais, com a hashtag #MotherEarthDay e que o mundo saiba que 22 de Abril é o dia Internacional da Mãe Terra  e que isso significa o início de um novo tempo!

Lorena Iriarte, guia

da Nación Pachamama

Lorena Iriarte (Doraci Guimarães) e Violeta Molina

(Germana Moraes) levando nossa voz a NY

21 de abril:

De volta a ONU

ABRIL: O Movimento participará dos Diálogos Interativos da Assembleia Geral das Nações Unidas  sobre Harmonia com a Natureza, no dia 21 de abril, em Nova York


          O esgotamento mundial dos recursos naturais e a rápida degradação ambiental são o resultado de padrões de consumo e produção insustentáveis, que levarão a conseqüências adversas tanto para a Terra quanto para a saúde e o bem-estar geral da humanidade. Para combater este cenário de emergência global, a Organização das Nações Unidas - ONU promove, desde 2010, o Dialogues on Harmony with Nature http://www.harmonywithnatureun.org, que reúne, anualmente,  experts na defesa da Harmonia com a Natureza, incluindo representantes de movimentos especializados na militância da causa.

Dia 21 de abril, em comemoração ao Dia  Internacional da Mãe Terra (22 de abril), será realizada a 7ª edição dos Diálogos Interativos Harmonia com a Natureza, no Conselho de Tutela (Trusteeship Council), durante a 71ª sessão da Assembleia Geral, na sede da ONU em Nova York.

 

 

O evento terá a participação dos Estados Membros, organizações das Nações Unidas e especialistas em Jurisprudência da Terra. Estarão presentes conferencistas da Bolívia, Equador, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Nova Zelândia, Índia, Brasil e México. Para representar o Brasil estará a professora de Direito Constitucional da Universidade Federal do Ceará, Germana de Oliveira Moraes, cocriadora do Movimento Nación Pachamama (onde é conhecida por Violeta Molina). Participam também dos diálogos interativos, com formulação de perguntas, as professoras Vanessa Hasson de Oliveira e Cristiane Derani, de São Paulo, e, de Curitiba, Doraci Guimarães (Lorena Iriarte como é conhecida na ONG), presidenta da ONG Pachamama.

 

O objetivo da Assembleia Geral das Nações Unidas tem sido refletir e promover uma visão de mundo não antropocêntrica, mas sim centrada na Terra (Earth-centered), e, por meio dos Dialogues on Harmony with Nature, inspirar cidadãos e sociedades a reconsiderarem sua interação com o mundo natural, além de melhorar a base ética da relação entre a humanidade e a Terra, no desenvolvimento sustentável. 

 

Dialogues on Harmony With Nature Virtual - Em 2016, as Nações Unidas realizaram, além dos eventos anuais presenciais, o diálogo virtual entre especialistas em Jurisprudência da Terra em todo o mundo. Aderiram mais de 120 especialistas líderes na vanguarda das ciências naturais e sociais, de 33 nacionalidades -- 36 representantes da América do Sul, sendo 20 do Brasil. As disciplinas dos encontros presenciais e virtuais abrangem oito áreas: Direito centrado na Terra; Economia ecológica; Educação; Ciências Holísticas; Humanidades; Filosofia e Ética; Espiritualidade e Filosofia; Artes, Media, Design e Arquitetura.

 

Em agosto de 2016, a Assembleia Geral das Nações Unidas emitiu um relatório do primeiro diálogo virtual sobre o avanço da sustentabilidade global em harmonia com a natureza. Concluindo que “os direitos humanos não têm sentido se os ecossistemas que nos sustentam não têm o direito legal de existir".

Painelistas de diversos países se reúnem este ano para discutir a Jurisprudência da Terra e recomendações do relatório de 2016. Mostrarão como vem sendo aplicadas em diferentes disciplinas estratégias de implementação do paradigma não-antropocêntrico, centrado na Terra, denominado na América Latina de Consciência Pachamama. Dialogues explorará como essa visão do mundo e a Declaração Universal dos Direitos da Natureza podem guiar a implementação dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável da Agenda 2030. A Jurisprudência da Terra, visão do mundo centrada na Terra, reconhece o valor intrínseco da Natureza, compreende os seres humanos fundamentalmente como partes do mundo natural em relação simbiótica e de interconexão, sujeitos às leis naturais do Universo.

 

No Brasil, o Movimento Nación Pachamama vem difundindo essa visão do mundo centrada na Terra, chamada, aqui na América Latina, de Consciência Pachamama, por meio de diversas ações e práticas. Fundado em 2012, o movimento, cujo nome faz alusão à "Mãe Terra", desenvolve uma série de projetos e ações que visam despertar a solidariedade entre os seres vivos e a luta para que a Terra seja vista e reconhecida como um organismo vivo. A  ONG Pachamama fica em Pelotas-RS, mas tem ativistas e mantém projetos em Porto Alegre-RS, Nova Petrópolis-RS, Caxias do Sul-RS, Florianópolis-SC, Curitiba-PR, São Paulo-SP, Brasília-DF, Aracaju-SE, Fortaleza-CE, San Marcos Sierras e Ciudad Autônoma de Buenos Aires/ARG, Cusco/PER, Senegal/AFR, Sydney/AUS, entre outras cidades.

 

As disposições legais que reconhecem os direitos da natureza, por vezes referidas como Jurisprudência da Terra, incluem constituições, estatutos nacionais e leis locais. Novas políticas, diretrizes e resoluções apontam cada vez mais para a necessidade de uma abordagem legal e de uma declaração universal que reconheça os direitos da Natureza ou de Pachamama, como está escrito na Constituição do Equador, ou Direitos de la Madre Tierra, como nas leis da Bolívia, explica Germana.  

 

No ano passado, Germana defendeu, no Primeiro Foro Mundial dos Direitos de la Madre Tierra, na cidade do México, e na Conferência Internacional Anual "Direitos da Natureza para a Paz e Sustentabilidade", no Palácio das Nações Unidas, em Genebra, que "a lei significa um importante marco evolutivo em direção ao reconhecimento dos direitos inerentes à Natureza  de existir, prosperar e evoluir, sendo um reflexo no Direito da Consciência  Pachamama, da consciência  da unidade entre nós seres humanos e todos os demais seres vivos, filhos e filhas que somos parte da Mãe Terra”.

 

"As cosmovisões dos povos indígenas e as antigas tradições espirituais e filosóficas de todo o mundo há muito reconhecem a natureza simbiótica da relação entre os seres humanos e a Terra. São essas profundas relações espirituais e filosóficas que sustentam e inspiram o trabalho desta Rede de Conhecimento das Nações Unidas, tanto na teoria como na prática”, explica Germana.

 

Movimento levado por voluntários, com lideranças predominantemente femininas, Nación Pachamama desenvolve os projetos: ‘Q’eros’, junto ao povo ancestral que vive nos Andes peruanos; ‘Comunidades Campesinas’, espaços onde pessoas exercitam a vida grupal, aprendendo a se relacionar com a terra e com os demais seres vivos; ‘Ponto de Cultura’, oficinas, cursos, saraus, meditações, artesanatos e educação ambiental; e ‘Revolução Alimentar’, que tem entre suas frentes de ação semear sistemas agrícolas sustentáveis (agroflorestais).

 

Como fruto da participação no Dialogues, o Movimento Nación Pachamama tem promovido uma série de ações, como o VI Encontro Internacional de la Nación Pachamama, em junho, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.  Participa de vários eventos pela causa dos direitos da Natureza, entre eles, o VII Congresso Internacional, iniciativa da Rede pelo Constitucionalismo Democrático Latino-Americano, de 22 a 25 de novembro.  O congresso acontecerá em Fortaleza/CE e promoverá debates sobre o tema Harmonia com a Natureza. Nele se apresentará o resultado dos 7º Dialogues.

 

 

 

 

 

Primeira vez na ONU

Dezembro de 2016, Genebra, Suiça

ABRIL: O Movimento participará dos Diálogos Interativos da Assembleia Geral das Nações Unidas  sobre Harmonia com a Natureza, no dia 21 de abril, em Nova York


          O esgotamento mundial dos recursos naturais e a rápida degradação ambiental são o resultado de padrões de consumo e produção insustentáveis, que levarão a conseqüências adversas tanto para a Terra quanto para a saúde e o bem-estar geral da humanidade. Para combater este cenário de emergência global, a Organização das Nações Unidas - ONU promove, desde 2010, o Dialogues on Harmony with Nature http://www.harmonywithnatureun.org, que reúne, anualmente,  experts na defesa da Harmonia com a Natureza, incluindo representantes de movimentos especializados na militância da causa.

Dia 21 de abril, em comemoração ao Dia  Internacional da Mãe Terra (22 de abril), será realizada a 7ª edição dos Diálogos Interativos Harmonia com a Natureza, no Conselho de Tutela (Trusteeship Council), durante a 71ª sessão da Assembleia Geral, na sede da ONU em Nova York.

 

 

O evento terá a participação dos Estados Membros, organizações das Nações Unidas e especialistas em Jurisprudência da Terra. Estarão presentes conferencistas da Bolívia, Equador, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Nova Zelândia, Índia, Brasil e México. Para representar o Brasil estará a professora de Direito Constitucional da Universidade Federal do Ceará, Germana de Oliveira Moraes, cocriadora do Movimento Nación Pachamama (onde é conhecida por Violeta Molina). Participam também dos diálogos interativos, com formulação de perguntas, as professoras Vanessa Hasson de Oliveira e Cristiane Derani, de São Paulo, e, de Curitiba, Doraci Guimarães (Lorena Iriarte como é conhecida na ONG), presidenta da ONG Pachamama.

 

O objetivo da Assembleia Geral das Nações Unidas tem sido refletir e promover uma visão de mundo não antropocêntrica, mas sim centrada na Terra (Earth-centered), e, por meio dos Dialogues on Harmony with Nature, inspirar cidadãos e sociedades a reconsiderarem sua interação com o mundo natural, além de melhorar a base ética da relação entre a humanidade e a Terra, no desenvolvimento sustentável. 

 

Dialogues on Harmony With Nature Virtual - Em 2016, as Nações Unidas realizaram, além dos eventos anuais presenciais, o diálogo virtual entre especialistas em Jurisprudência da Terra em todo o mundo. Aderiram mais de 120 especialistas líderes na vanguarda das ciências naturais e sociais, de 33 nacionalidades -- 36 representantes da América do Sul, sendo 20 do Brasil. As disciplinas dos encontros presenciais e virtuais abrangem oito áreas: Direito centrado na Terra; Economia ecológica; Educação; Ciências Holísticas; Humanidades; Filosofia e Ética; Espiritualidade e Filosofia; Artes, Media, Design e Arquitetura.

 

Em agosto de 2016, a Assembleia Geral das Nações Unidas emitiu um relatório do primeiro diálogo virtual sobre o avanço da sustentabilidade global em harmonia com a natureza. Concluindo que “os direitos humanos não têm sentido se os ecossistemas que nos sustentam não têm o direito legal de existir".

Painelistas de diversos países se reúnem este ano para discutir a Jurisprudência da Terra e recomendações do relatório de 2016. Mostrarão como vem sendo aplicadas em diferentes disciplinas estratégias de implementação do paradigma não-antropocêntrico, centrado na Terra, denominado na América Latina de Consciência Pachamama. Dialogues explorará como essa visão do mundo e a Declaração Universal dos Direitos da Natureza podem guiar a implementação dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável da Agenda 2030. A Jurisprudência da Terra, visão do mundo centrada na Terra, reconhece o valor intrínseco da Natureza, compreende os seres humanos fundamentalmente como partes do mundo natural em relação simbiótica e de interconexão, sujeitos às leis naturais do Universo.

 

No Brasil, o Movimento Nación Pachamama vem difundindo essa visão do mundo centrada na Terra, chamada, aqui na América Latina, de Consciência Pachamama, por meio de diversas ações e práticas. Fundado em 2012, o movimento, cujo nome faz alusão à "Mãe Terra", desenvolve uma série de projetos e ações que visam despertar a solidariedade entre os seres vivos e a luta para que a Terra seja vista e reconhecida como um organismo vivo. A  ONG Pachamama fica em Pelotas-RS, mas tem ativistas e mantém projetos em Porto Alegre-RS, Nova Petrópolis-RS, Caxias do Sul-RS, Florianópolis-SC, Curitiba-PR, São Paulo-SP, Brasília-DF, Aracaju-SE, Fortaleza-CE, San Marcos Sierras e Ciudad Autônoma de Buenos Aires/ARG, Cusco/PER, Senegal/AFR, Sydney/AUS, entre outras cidades.

 

As disposições legais que reconhecem os direitos da natureza, por vezes referidas como Jurisprudência da Terra, incluem constituições, estatutos nacionais e leis locais. Novas políticas, diretrizes e resoluções apontam cada vez mais para a necessidade de uma abordagem legal e de uma declaração universal que reconheça os direitos da Natureza ou de Pachamama, como está escrito na Constituição do Equador, ou Direitos de la Madre Tierra, como nas leis da Bolívia, explica Germana.  

 

No ano passado, Germana defendeu, no Primeiro Foro Mundial dos Direitos de la Madre Tierra, na cidade do México, e na Conferência Internacional Anual "Direitos da Natureza para a Paz e Sustentabilidade", no Palácio das Nações Unidas, em Genebra, que "a lei significa um importante marco evolutivo em direção ao reconhecimento dos direitos inerentes à Natureza  de existir, prosperar e evoluir, sendo um reflexo no Direito da Consciência  Pachamama, da consciência  da unidade entre nós seres humanos e todos os demais seres vivos, filhos e filhas que somos parte da Mãe Terra”.

 

"As cosmovisões dos povos indígenas e as antigas tradições espirituais e filosóficas de todo o mundo há muito reconhecem a natureza simbiótica da relação entre os seres humanos e a Terra. São essas profundas relações espirituais e filosóficas que sustentam e inspiram o trabalho desta Rede de Conhecimento das Nações Unidas, tanto na teoria como na prática”, explica Germana.

 

Movimento levado por voluntários, com lideranças predominantemente femininas, Nación Pachamama desenvolve os projetos: ‘Q’eros’, junto ao povo ancestral que vive nos Andes peruanos; ‘Comunidades Campesinas’, espaços onde pessoas exercitam a vida grupal, aprendendo a se relacionar com a terra e com os demais seres vivos; ‘Ponto de Cultura’, oficinas, cursos, saraus, meditações, artesanatos e educação ambiental; e ‘Revolução Alimentar’, que tem entre suas frentes de ação semear sistemas agrícolas sustentáveis (agroflorestais).

 

Como fruto da participação no Dialogues, o Movimento Nación Pachamama tem promovido uma série de ações, como o VI Encontro Internacional de la Nación Pachamama, em junho, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.  Participa de vários eventos pela causa dos direitos da Natureza, entre eles, o VII Congresso Internacional, iniciativa da Rede pelo Constitucionalismo Democrático Latino-Americano, de 22 a 25 de novembro.  O congresso acontecerá em Fortaleza/CE e promoverá debates sobre o tema Harmonia com a Natureza. Nele se apresentará o resultado dos 7º Dialogues.

 

 

 

 

 

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