Viva a unidade popular! Este festival está sendo feito entre todxs. 
Como posso participar?
 

O valor da inscrição antecipada nessa modalidade é uma taxa de apenas R$30, o que garante sua participação em todas as atividades do Festival, acesso à área de camping, e a todas as estruturas do evento. Durante o festival, serviremos refeições e todos estarão convidados a comer juntos e a acampar no local do evento. Toda contribuição financeira feita no local, além da taxa de inscrição, será bem vinda para podermos sustentar este encontro entre todxs! Esta opção é para qualquer pessoa que não seja aspirante ou discípulo da Mística Andina.

Quer expor e vender seus produtos na feira? A taxa de inscrição para feirantes é também de apenas R$15, e a contrapartida pedida aos vendedores é que deixem 10% do valor vendido como uma contribuição ao Espaço Integral Bambu.

presenças do último ano

 

 

martina e

fortunato

Os Q'eros  são os descendentes dos  Incas.  Após escaparem da conquista espanhola, ficaram por mais de 500 anos sem contato com o processo colonial e imperialista de latino-américa e o resultado disto é um povo que carrega os ensinamentos ancestrais e a sensibilidade que reinava em nossas terras antes da invasão colonizadora.

 

julieta paredes

 (La Paz, Bolivia; 1967) é poeta, indígena aymara, cantautora, escritora, grafiteira e ativista feminista descolonial. Iniciou em 2003 Mujeres Creando Comunidad, semeando o feminismo comunitario, que busca a participação de homens e mulheres no seio de uma comunidade sem relações hierárquicas entre si.

 

mestra

martinha

do coco

Há mais de uma década, a recifense Martinha do Coco está envolvida no mundo da música, cantando, compondo e disseminando a cultura de ritmos como o samba de coco, o maracatu e a ciranda no Distrito Federal.

kamu dan wapichana

Liderança indígena do povo Wapichana, nascido em Roraima. É morador do Santurário dos Pajés, em Brasília (DF), e é também permacultor, escritor, ativista socioambiental, e membro do Conselho Indígena do DF

naiara

tukano

Advogada e militante indígena, representante do povo Tukano. Filha de Álvaro Tukano, o guardião do Memorial dos Povos Indígenas em Brasília-DF, ela vem militado pelos direitos dos Povos Indígenas e cantado os cantos antigos do seu povo, curando e cuidando da Mãe Terra.

suelen

vieira

Poetisa e contista de textos eróticos a ativistas, é também devota da deusa. Nas asas das palavras encontra a cura a si e a outras.  Moradora de Ceilândia, é artista integrante do Coletivo Casa Ipê.

Érika 

Fernandes

Érika Fernandes-Pinto é Doutora em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalha no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e estará no festival falando sobre os Sítios naturais sagrados.

 

trinidad

aguilar

Colombiana. Sacerdotisa andina, dedica estudos e vivências do feminino sagrado nas tradições andina, africana, e celta. Inspiradora e idealizadora de Cursos, como o SAMAI, a arte das Curandeiras e a Formação Poéticas do Cuidar.

casa 

ipê

É um desCentro Cultural feminista que se constitui nos pilares de um projeto decolonial. É formado por mulheres (cis ou trans), lésbicas ou bissexuais e homens em exercício de masculinidade não hegemônica ou gays, que são poetas, musicistas, artistas plásticas, artistas cênicas, performers, produtoras culturais e devaneio.

hellen

frida

Além de ter parido a Casa Frida,

ponto de cultura feminista, é doula, educadora popular, estudante de pedagogia, membra eleita por voto popular no Conselho de Cultura e no Conselho de Saúde de São Sebastião fazendo o recorte de gênero nos dois espaços. Organiza-se no Fórum de Mulheres do DF e Entorno e na Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA).

marcelo

taynara

Cantor, compositor, arranjador e instrumentista mineiro, suas composições trazem os elementos de sua descendência negra e indígena, a influência do clube da esquina e as diversas tendências da música contemporânea.
Suas musicas são simples, ternas e cuidadosamente elaboradas.

 

orquestra

alada trovão

da mata

Surgiu em 2012 com a missão de trazer e celebrar o Calango Voador. A Orquestra canta e reverencia figuras sagradas do Mito do Calango Voador, fazendo a fusão entre o Maracatu e o Samba Pisado e tem como principais referências o Maracatu Estrela Brilhante (PE) e o Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF).

 

editora

abadia

catadora

 (La Paz, Bolivia; 1967) é poeta, indígena aymara, cantautora, escritora, grafiteira e ativista feminista descolonial. Iniciou em 2003 Mujeres Creando Comunidad, semeando o feminismo comunitario, que busca a participação de homens e mulheres no seio de uma comunidade sem relações hierárquicas entre si.

rama

flores

É permacultor, educador, Guia e militante da Nación Pachamama, e reside atualmente da Comunidade Campesina espiritual Casamama, nas serras de Cordoba, Argentina

cabocla

"Sentada no muro e o leiteiro chegou e me ouviu cantando disse 'Minina ce tem que cantá música Lira'!"

milla

tuli

Compositora e violonista, a goianiense apresenta canções autorais e releituras da MPB.

thiago

ávila

Dedica-se à luta por uma sociedade mais justa socialmente, em harmonia com a natureza e com o Bem Viver. Foi um dos organizadores do Fórum Alternativo Mundial da Água, das Assembleia Popular da Água, da resistência no Santuário dos Pajés, tem grande atuação nas pautas ambientais e desde 2009, se dedica a construir uma grande aliança entre sem tetos, indígenas, ativistas pelos direitos das mulheres, negros e LGBT´s, midialivristas.

palhaço

trevolino

Sonhador e realizador de sonhos! A mais de 8 anos vem se dedicando a arte como meio de entretenimento, conscientização e reflexão. Hoje é integrante da Cia da Sorte. Bicicletista profissional, vem se aperfeiçoando em mecânica (de Fusca apenas) e eletricidade (com especialização em gambiarra). É malabarista, artista cômico, arte educador, artista de rua e mais conhecido mundialmente como Palhaço Trevolino.

celeste

dédalos

Ativista, dançarina e amante da arte e cultura afro brasileira. Desenvolve trabalhos e grupos ligados ao yoga, meditação e resgate dos saberes ancestrais ligado ao feminino.

eduardo

borges

Morador da Ceilândia desde a infância, conhece o peso das injustiças sociais no Distrito Federal. Hoje é um dos coordenadores nacionais do MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, e junto com centenas de famílias que tiveram seu direito à moradia negado, constrói ocupações, conquistando vitórias inspiradoras e mostrando que só a luta muda a vida!

DANDÔ

 Circuito de Música Dércio Marques - Com a presença do artista Victor Batista: cantor, compositor, violeiro, pesquisador da cultura popular e contador de estórias.

Além de Victor,  Cabocla, Pedro Vaz, Milla Tulli e Marcelo Taynara fecherão o festival com uma grande show.

paulo

belim

Cantor, compositor, poeta, educador. Atuante no estado do Ceará, compõe uma nova geração de arte-educadores que buscam trazer Arte e Beleza para os contextos de lutas sociais, movimentos e iniciativas socioambientais, sintonizado com as melodias da mãe Terra.

PEDRO

VAZ

Violeiro e compositor paulista e goiano de coração. Com 15 anos de carreira e 10 só de viola caipira, o professor da Escola de Música de Brasília está lançando o seu primeiro álbum autoral chamado "Dê espaço ao tempo".

Programação

 

17HOO - RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO

18HOO - ABERTURA E INVOCAÇÃO DO FOGO
Cerimônia de benção, límpia energética e devoção aos antepassados, acendendo a fogueira que permanecerá acesa durante todo o festival

19H00 - KIIRTAN, BHAJANS & POESIA
Vivência Sensorial com mantras e dança, para embriagar-se de alegria, energia refinada, e devoção, e assim limpar nossos canais energéticos.
Uma medicina GRUPAL, que atrai a Graça, as bênçãos, a clareza, e ajuda a diminuir a distância entre nós.

19H30 - JANTAR FAMILIEIRO

20H30 - CONTOS E CANTOS ORIGINÁRIOS AO REDOR DO FOGO com Naiara Tukano e Kamuu Dan Wapichana

A Chegada

07H00 - RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO

08H00 - MEDITAÇÃO & YOGA ANDINO 
Prática com ásanas, posturas e meditação, para despertar, relaxar e liberar todos os bloqueios que impedem que o prana circule livremente pelo corpo, liberando as camadas da mente e encontrando o vínculo profundo com Pachamama.

08H45 - CAFÉ DA MANHÃ DE ABYA YALA

09H45 - POÉTICAS DO AMANHECER 
Cerimônia Andina Solar de abertura das direções e harmonização energética

10H45 - NACIÓN PACHAMAMA: UM SONHO SEM FRONTEIRAS

11H30 - MINGA DE SERVIÇO
Mutirão, Juntamão, “em que posso ajudar?”. 
Servir em algo que é para todos, é estar entre amigos, sonco sonco!

12H30 - ALMOÇO CAMPESINO

Vamos comer, gente… a mesa está posta!

14H00 - SIESTA E DESFRUTE
Que tal esticar o cobertor em baixo das árvores, ler, prosear, perder tempo… 

15H00 - RODA DE ANGOLA
Capoeira, dança, poesia e canto

15H30 -  PALHAÇO TREVOLINO

16H10 - RADIO LATINOAMERICANA DA UNIDADE POPULAR 
com Julieta Paredes (Feminismo Comunitário - Bolívia), Rosa Fonseca (Mov. Crítica Radical - Fortaleza), Thiago Ávila (FAMA, Mandato Coletivo e Bem Viver - Brasília), Eduardo Borges (MTST, Mandato Coletivo - Ceilândia), Editora Abadia Catadora, Hellen Frida (Casa Frida, São Sebastião) e radialistas-militantes da Nación Pachamama

19H40 - JANTAR E TABERNA POÉTICA 
com performance da Casa Ipê

21H30 - FESTA PAGÃ COM RITUAL MANDRÁGORA! 
Shows de Martinha do Coco e Orquestra Alada Trovão da Mata

Artes, Rodas

e Festa

 

06H00 - INTI RAYMI
Festa ao Sol do Solstício de inverno, com Pago Andino (oferenda a Pachamama) com Sacerdotes da Nación Q`eros, Peru

08H00 - PIQUENIQUE MAHIPU

09H00 - RITUAL DE NASCIMENTOS
Ato mágico e tribal, voltando ao Jardim de Pachamama

10h00 - INICIAÇÕES
Para os que querem adentrar nos mistérios da Senda iniciática da Mística Andina

12H30 - ALMOÇO COMUNEIRO
Veniiiii, sentá-te a la mesa!

14H00 - SIESTA E DESFRUTE

15H00 - CRIAÇÃO COLETIVA DO MANIFESTO PELA UNIDADE POPULAR
Nesse sétimo ano de festival, a inspiração vem das Melodias da Terra. Vamos reinventar a unidade popular? O ponto central é a Pachamama, o grande ser que nos contém. E se pudéssemos juntos construir uma nova forma de organização ecológica e social, circular e horizontal entre todos os seres? Aqui escreveremos nosso manifesto, a síntese do festival, precisamos de tua voz!


17H00 - CANTO LIVRE E GUERRILHA POÉTICA
Encerramento musical, com músicos do Dandô - Victor Batista, Cabocla, Milla Tulli e Pedro Vaz

Inti Raymi

 

INTEGRAL BAMBU

Espaço de pesquisa do movimento, corpo e bambu,

liderado pelo professor Marcelo Rio Branco. Durante o festival estamos todxs convidadxs a acampar e desfrutarmos 3 dias e

imersão nesse espaço acolhedor e natural.

Traga sua barraca.

 

a pachamama

sempre vence

 Já não podemos ignorar a iminência do fim desse modelo de mundo. Se aproxima o começo de um novo ciclo que nasce do grande útero da Vida. O 7º Festival da Nación Pachamama brota da melodia original da Mãe Terra, que se expressa na inquietude do povo, de movimentos, ativistas, educadores, artistas, criadores e muitos mais. 


   Há uma tensão no ar, pois todos intuímos uma quebra na construção histórica de um sistema de opressão não só à humanidade, mas à Mãe Terra, Pachamama, como um ser integral. A pressão aumenta, porém apenas nós podemos desistir de nossa esperança.


   No sétimo ano de festival, a inspiração vem das Melodias da Terra. A proposta é unir sonhadores e reinventar a unidade popular alinhados com o Bom Viver, cosmovisão enraizada nos povos originários da América Latina. Saindo do campo único das ideias, convidamos a um baile de oficinas, oferendas, ativismo, serviço, poesia. Estamos buscando transcender a separação e a dicotomia que nos distrai do essencial. O ponto central é a Pachamama, o grande ser que nos contém. Juntos construiremos uma nova forma de organização ecológica e social, circular e horizontal entre todos os seres.


   Nosso festival acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de junho, nos dias seguintes ao solstício de inverno no hemisfério sul. Em um colorido Inti Raymi, celebraremos o retorno da luz, quando o sol volta a se aproximar da terra, com oferendas ao raiar do dia, aprofundando na nossa conexão com os Andes e a Consciência Pachamama. Serão momentos de comemoração com a alegria do Ayllu, nossa grande família estendida, onde estamos todos convidados a abrir o coração à mística andina e seus mistérios.  


   No embalo dessa melodia chegamos a ti, com admiração por teu trabalho e vida, para convidar-te a unir tua voz a esse levante de questionamentos e ações por la madre que nos chama desde um inquestionável estado de emergência.


   A maior força que existe é de seres que, ainda percebendo as diferenças superficiais, permitem encontrar-se no rio subterrâneo das motivações. 

 

Te esperamos em Brasília!

Veja o local

 

 

apoiadores

Pacha Nina

Casa Ipê

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Palo Ilustra

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